quarta-feira, 7 de setembro de 2011

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quinta-feira, 1 de setembro de 2011

AVALIAÇÕES TÉCNICAS SOBRE O LIVRO SONETOS LIVRES E ADRIANO POETA

APRESENTAÇÃO DA POESIA DE ADRIANO POETA



De parabéns o novel poeta; Humanizar o ser humano, construir um mundo melhor, distribuir poesia por todos os lugares que passar, satisfazendo aquilo o que outro poeta havia afirmado: “o mundo ficou mais belo quando por ele andou teu coração...”.

Nasce um poeta e esse veio para ficar. Com muita perseverança, persistência, denodo e sensibilidade, este jovem universitário exercita-se na arte versificatória trazendo a nós seus leitores, todo o seu intenso subjetivismo, a sua temática eminentemente lírica, suas mensagens de otimismo, de alegria, de esperança, de amor, de valores esquecidos num mundo tão Cão-tico, egoísta e consumista.

O jovem Adriano de Alvarenga Azevedo segue o seu processo de amadurecimento poético e humano, desde os primeiros textos até o presente momento.

Sua linguagem é bem pessoal, enriquecida de metáforas, símiles, anti-teses, gradações, enfim, é um linguajar, além de erótico, vivaz, harmônico, preciso e enfático.

Através de teus sonetos livres, o autor expressa uma alma apaixonada, confiante, arrebatada e, por essência, poética ao extremo.

É o descobrimento de si mesmo, e ele, como que um mago, deixa-nos penetrar em seu “Eu” fazendo-nos conhecer sua filosofia de vida e seu sentimento de mundo. É sempre sublime viver, ver, e rever a alma sonhadora, anciosa, batalhadora e idealista de um moço poeta, cantor deste mundo desigual que deseja transformar em searas esperanças.

Adriano realiza, pela vez primeira, uma viagem introspectiva, emotiva; fascinante, onde se nota sua real vocação de poeta. Ele compreendeu na integra que tudo poderá ser cantado, porque tudo encerra em si um sentido de poesia profunda: a secreta que essência que anima a vida.

Preocupa-se “com o estar” no mundo e a problemática da existência humana no universo: o esforço do ser humano em se transcender na procura do relacionamento com os demais e as coisas que o cercam.

Mais um poeta nasce e seu destino é brilhar mais e mais. Acompanha-remos sua bela trajetória, pois tem tudo para vencer: sensibilidade, inteligência, amadurecimento, comunicação e rico mundo interior:

Prof. Galba S. M. da Silveira.
Prof Emérito, Titular de L. portuguesa e Literatura Latina – UNIGRANRIO/ FEUDUC. 2005



PREFÁCIO

A emoção da honra do convite de Adriano misturou-se ao afeto que sentimos pelo poetas escondidos.

A doce solidão do jovem escritor enternece, conjuga e adormece em meio a desejos de felicidades, transformação e amor. As aspirações interiores flutuam entre mansas palavras, macias, despretensiosas, no entanto, claras às almas receptivas.

Sua condução é suave, mas certeira; seus versos brincam de seriedade e isso nos encantou. E como não poderia deixar de ser, o amor tem apalavra definitiva quando chegamos ao final do livro – final, é de amor e de sonhos que se alimenta a poesia de Adriano – nascendo firmemente no rico pomar dos sedentos e no belo jardim dos desavisados.

Força, Adriano! E minhas congratulações pela coragem de expor tão cedo, o seu coração prenhe de paixão pela vida.

Sílvia Carracena de Oliveira
Poetisa e Professora de Letras





OPINIÕES E CRÍTICAS

Adriano demonstra talento num versar simples, expira poesia e inspira sentimentos profundos com seus versos. Mesmo jovem, apresenta aos leitores, mesmos já acostumados com a boa Literatura, uma novidade não tão singela quanto surpreendente: a de sentir os mesmos sentimentos, outra vez.

Felipe Garcia – Editor e Jornalista



Um poeta singular pelo lirismo sincero, sem demagogias ou escandalismos, e nem mesmo as tão “transgressuras” dos dias atuais: é só poesia – boa e velha poesia, mesmo de um rapaz: Adriano Poeta

Guilhermina Carmano – Crítica Literária





A poesia se mostra viva nas letras de Adriano, que nos revela o doce sentir dos velhos rimares e versares em “Sonetos Livres” e sim: livres de qualquer argumento de que a poesia morreu, de que o soneto está acabado ou que não existe mais poeticidade nos jovens. Adriano desmente qualquer uma destas verdades que não queremos acreditar.

Felicia Salgado – Jornalista



Alguns livros, quando bem escritos, deveriam ter sempre ligados aos seus títulos a palavra pérola. Está magnífica obra deveria trazer esta palavra junto ao seu título, pois é a própria.

Um livro que foi aos poucos sendo descoberto enquanto era avaliado e, ao final, tínhamos certeza de eu em nossas mãos estava uma obra ímpar, excepcional.

Este livro é uma criação feita com esmero, atenção e carinho. Uma obra completa e que leva o leitor até suas últimas páginas sem o uso de mirabolantes ações, não lança mão de mágicas baratas e, sobretudo não faz o leitor de idiota.

Certamente é o respeito a palavra escrita, e um universo de emoções que estavam guardados no íntimo que agora teremos o prazer de ler e até mesmo copiar.

Copiar por que o livro nos sugere uma forma inteligente de viver, de encarar a vida e seus reveses. Este um livro sincero, companheiro e que dará ao leitor a certeza de ter empregado o dinheiro certo.

Nós, os avaliadores desta obra, nos sentimos orgulhosos de termos nas mãos um livro de qualidade, um livro que, uma vez editado, só trará orgulho para todos que dele lançarem mão.

Artur Rodrigues
Escritor/Editor da Litteris




Nas palavras sinceras de Adriano de Alvarenga Azevedo um universo de sentimentos, de vida e muito amor.

Nas palavras do autor a verdade dita através de sonetos pinçados de uma vivência de pura busca numa determinação sem par.

Uma obra sincera, pois desnuda o autor e, por conseguinte o próprio leitor numa viagem interminável pelo tempo.

É claramente um brinde ao amor, ao prazer de viver e se permitindo ser feliz.

Um livro especial e doce, que funciona como um presente e transita sem barreiras entre homens e mulheres.

Delcimar Cevola
Escritor/Editor da Literis